Noite passada saí com minha afiliada pra beber, jogar sinuca, comer hamburguer e picolé de chocolate (Ela só bebeu. E teve náuseas ao me ver comendo picolé de chocolate após as cervejas). Foi uma boa noite principalmente por que não perdi todas na sinuca.
Estavamos num boteco com 4 mesas de sinuca e uma jukebox que tocou quase que somente Usher.
Num dado momento notei que na jukebox rolava o vídeo do kiko funkeiro.
No início eu xinguei secretamente o fato de pegarem da net um vídeo e não pagarem direitos autorais ao criador do vídeo, muito menos ao canal de tv q exibe o kiko.
É neste momento que este post se inicia. E vai acabar rapidinho. Tão rápido quanto foi eu deixar de lado o insight etílico que tive.
Eu pensei no mundo onde vivo agora. Nada impede que quem tenha criado o vídeo seja um garoto. Os garotos de minha época se expressavam com giz na calçada. Hoje a calçada é a internet onde podem se expressar na forma de uploads de multimídia. Na minha época nenhum garoto cobraria direitos autorais de um desenho em giz na calçada, e no fim das contas a jukebox é uma forma de propaganda pro canal de vídeos no youtube de quem fez o upload.
O mundo tá pegando um rumo incerto pra mim, onde a criação não é premiada pois todos criam o tempo todo. Ninguém vai pagar pelos meus livros pois as universidades financiam a pirataria de livros via xerox e por que muitos colegas já postaram todo o conteúdo do livro em blogs de acesso gratuito.
Enquanto eu tentava abarcar esta mudança olhei pra cada uma das mesas de sinuca.
Na primeira tinha três ou cinco velhinhos jogando bebendo e dando risada. Este é um mundo onde está mais divertido envelhecer.
A segunda era mais convencional. Uns quatro caras, três mulheres e duas crianças, todos dando gargalhadas. Meus pais nunca me levaram pra um boteco pra jogar sinuca quando eu tinha oito anos.
A terceira mesa tinha três garotas lindas e desacompanhadas, entre 15 e 17 anos. No mundo de hoje uma menina pode sair a noite, jogar, beber, sem que ninguém a acuse de tudo o que minha mãe teria pensado dela.
Quando o povo foi saindo os dois novos grupos que ocuparam as mesas me trouxeram novamente o assunto a tona. Uma mesa com cinco viadinhos barulhentos e um casal de lésbicas de parar o trânsito. Fiquei muito feliz de ver que ninguém no boteco tinha alguma opinião a dar sobre estes novos ocupantes, nem achado estranho mulheres desacompanhadas jogarem sinuca.
Achei engraçado como a jukebox e os tipos que ocuparam as mesas de sinuca daquela noite pareceram orquestradas para complementar o meu insight. Cada um, um exemplo isolado de liberdade que eu não tinha visto nos anos 80.
- Ricardooo, tua vez.
- Hã? Ok...
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27 de fev. de 2011
O mundo tá melhorando?
Referência:
cotidiano,
direitos autorais,
homofobia,
liberdade,
misoginia,
opiniao,
preconceito
25 de fev. de 2011
Sensation
Sensation é um evento de house music. Um megaevento que a cada ano tem um motivo diferente e acontece em vários paises. No Brasil é chamado de Skol Sensation.
O evento é tão grande que não tem ingresso, tem certificado de participação. Não tem anúncio, tem trailer...
Usam todos os recursos pirotécnicos que as religiões e partidos políticos usaram através dos tempos, forjando a ilusão de conteúdo através da forma. Quando assisto fico pensando que foi assim que se conquistou os índios e aldeões medievais: com efeitos especiais que lembram poderes sobrenatuais. Apelam até pra uniforme dos membros, artifício usado por clérigos e exércitos pra dar a ilusão aos membros de que pertencem a uma casta.
Fiz uma playlist Sensation no youtube.
Veja um exemplo. A abertura parece um grandioso culto religioso. Parece que um sacerdote vai aparecer a qualquer momento e iniciar um sacrifício...
Veja como o anúncio lembra uma peça publicitária de um partido político ou igreja:
Sensation é a prova pra mim que pode haver um evento social sem a imposição de conceitos de terceiros na cabeça dos fieis, sem mentiras, sem promessas absurdas... só música.
E eu gosto disto. Gosto do uniforme que pedem para os espectadores adotarem: branco total. Gosto de um mundo sem doutrinas de terceiros a engolir ou a brigar por... Eu quero um Sensation World para os meus filhos.
O evento é tão grande que não tem ingresso, tem certificado de participação. Não tem anúncio, tem trailer...
Usam todos os recursos pirotécnicos que as religiões e partidos políticos usaram através dos tempos, forjando a ilusão de conteúdo através da forma. Quando assisto fico pensando que foi assim que se conquistou os índios e aldeões medievais: com efeitos especiais que lembram poderes sobrenatuais. Apelam até pra uniforme dos membros, artifício usado por clérigos e exércitos pra dar a ilusão aos membros de que pertencem a uma casta.
Fiz uma playlist Sensation no youtube.
Veja um exemplo. A abertura parece um grandioso culto religioso. Parece que um sacerdote vai aparecer a qualquer momento e iniciar um sacrifício...
Veja como o anúncio lembra uma peça publicitária de um partido político ou igreja:
Sensation é a prova pra mim que pode haver um evento social sem a imposição de conceitos de terceiros na cabeça dos fieis, sem mentiras, sem promessas absurdas... só música.
E eu gosto disto. Gosto do uniforme que pedem para os espectadores adotarem: branco total. Gosto de um mundo sem doutrinas de terceiros a engolir ou a brigar por... Eu quero um Sensation World para os meus filhos.
7 de fev. de 2011
Sou responsável por quem cativo?
Algumas idéias são tão repetidas que até parecem verdadeiras.
Um exemplo disto é a máxima de Saint Exupéry, alardeada nos perfis de orkut e twitter:
"És responsável por quem cativas"
(Escrever na segunda pessoa não dá a sensação de conteúdo? De mandamento, até?)
Veja, eu sou adepto da responsabilidade pessoal. O que é responsabilidade pra mim:
Então, se sou responsável, eu respondo pelos meus atos. Meus atos, e só. Nunca pelos atos de nenhum adulto, quer seja ele meu familiar, cônjuge, colega de trabalho...
Opa, aí temos outra palavra: adulto. Adulto pra mim é o que não recebe perdão pelos seus atos. Crianças, como não são adultas, podem ganhar indultos pelos seus atos. (Essa piada não ficou engraçada, nem em latim.)
Agora imagine que eu cative uma garota. Adulta, pois não sou pedófilo. E iniciamos um relacionamneto. Supnha ainda que, após um tempo, eu perceba que o relacionamento acabou pra mim.
Tenho plena liberdade de terminar o relacionamento quando eu bem entender. Não devo continuar uma farsa por me achar responsável pelos atos ou sofrimento daquela pessoa.
Não sou responsável pelos atos dela, ponto.
Se, com o rompimento, ela se negar a entender o meu ponto de vista, esbravejar, pagar mico, se suicidar, será por conta e risco dela. A respnsabilidade é dela.
Da mesma forma, se eu me apaixonar, e depois de um tempo ela terminar o namoro, não seria lúcido de minha parte pegar no pé dela, chorar, contrariar, tornar-me violento, pra tentar reatar um relacionamento que não mais existe.
Se eu sofrer, será por culpa minha. Eu poderia ter dito não, mas aceitei o pedido de namoro. Se acabou, e eu sofro, não foi ela que me fez sofrer. Eu que optei por não virar a página; escolhi a obsessão até atingir o nível de sofrimento.
Iniciar relacionamentos, e eventualmente terminá-los, são atos inerentes a nossa natureza livre. Fazem parte da nossa eterna busca pela felicidade.
Por outro lado, me considero responsável por crianças e animais que eu cativar.
Se eu crio uma relação de afeto com um enteado, tenho obrigação de continuar na vida dele, pelo menos até a maioridade, mesmo que o relacionamento com a mãe dele já tenha acabado. Eu sumir depois do fim do namoro seria um golpe que ele não merece. Da mesma forma se eu cativar um cachorro. Cães vivem de afeto. Então, uma vez eu o cativando, devo ser presente na vida dele até o dia da sua morte.
Claro que quando inicio um relacionamento, desejo que seja para sempre. E, acreditem, um dia eu consigo isto!
Mas se o outro tiver a certeza que jamais terminarei o relacionamento por me achar responsável, ele se sentirá livre pra me machucar quando quiser. Por outro lado, se o outro souber que posso terminar o relacionamento quando eu bem entender, ele tenderá a me reconquistar a cada dia. E o mesmo vale pra mim.
Isto dá a certeza de que não estamos num relacionamento vazio, onde só se conta o tempo de casados. Pois assim que ficasse vazio, acabaríamos na mesma hora e buscaríamos por algo melhor.
Então, NÃO! NÃO SOU RESPONSÁVEL POR QUEM EU CATIVAR!!!
E ao escrever isto eu me senti leve, livre dos grilhões desta falsa crença, que raposamente me foi vendida e eu comprei por décadas!
Um exemplo disto é a máxima de Saint Exupéry, alardeada nos perfis de orkut e twitter:
"És responsável por quem cativas"
(Escrever na segunda pessoa não dá a sensação de conteúdo? De mandamento, até?)
Veja, eu sou adepto da responsabilidade pessoal. O que é responsabilidade pra mim:
capacidade de responder pelos meus atos
=
habilidade de responder
=
respons-abilidade
=
habilidade de responder
=
respons-abilidade
(esta piada fica mais engraçada se contada em inglês)
Então, se sou responsável, eu respondo pelos meus atos. Meus atos, e só. Nunca pelos atos de nenhum adulto, quer seja ele meu familiar, cônjuge, colega de trabalho...
Opa, aí temos outra palavra: adulto. Adulto pra mim é o que não recebe perdão pelos seus atos. Crianças, como não são adultas, podem ganhar indultos pelos seus atos. (Essa piada não ficou engraçada, nem em latim.)
Agora imagine que eu cative uma garota. Adulta, pois não sou pedófilo. E iniciamos um relacionamneto. Supnha ainda que, após um tempo, eu perceba que o relacionamento acabou pra mim.
Tenho plena liberdade de terminar o relacionamento quando eu bem entender. Não devo continuar uma farsa por me achar responsável pelos atos ou sofrimento daquela pessoa.
Não sou responsável pelos atos dela, ponto.
Se, com o rompimento, ela se negar a entender o meu ponto de vista, esbravejar, pagar mico, se suicidar, será por conta e risco dela. A respnsabilidade é dela.
Da mesma forma, se eu me apaixonar, e depois de um tempo ela terminar o namoro, não seria lúcido de minha parte pegar no pé dela, chorar, contrariar, tornar-me violento, pra tentar reatar um relacionamento que não mais existe.
Se eu sofrer, será por culpa minha. Eu poderia ter dito não, mas aceitei o pedido de namoro. Se acabou, e eu sofro, não foi ela que me fez sofrer. Eu que optei por não virar a página; escolhi a obsessão até atingir o nível de sofrimento.
Iniciar relacionamentos, e eventualmente terminá-los, são atos inerentes a nossa natureza livre. Fazem parte da nossa eterna busca pela felicidade.
Por outro lado, me considero responsável por crianças e animais que eu cativar.
Se eu crio uma relação de afeto com um enteado, tenho obrigação de continuar na vida dele, pelo menos até a maioridade, mesmo que o relacionamento com a mãe dele já tenha acabado. Eu sumir depois do fim do namoro seria um golpe que ele não merece. Da mesma forma se eu cativar um cachorro. Cães vivem de afeto. Então, uma vez eu o cativando, devo ser presente na vida dele até o dia da sua morte.
Claro que quando inicio um relacionamento, desejo que seja para sempre. E, acreditem, um dia eu consigo isto!
Mas se o outro tiver a certeza que jamais terminarei o relacionamento por me achar responsável, ele se sentirá livre pra me machucar quando quiser. Por outro lado, se o outro souber que posso terminar o relacionamento quando eu bem entender, ele tenderá a me reconquistar a cada dia. E o mesmo vale pra mim.
Isto dá a certeza de que não estamos num relacionamento vazio, onde só se conta o tempo de casados. Pois assim que ficasse vazio, acabaríamos na mesma hora e buscaríamos por algo melhor.
Então, NÃO! NÃO SOU RESPONSÁVEL POR QUEM EU CATIVAR!!!
E ao escrever isto eu me senti leve, livre dos grilhões desta falsa crença, que raposamente me foi vendida e eu comprei por décadas!
Referência:
liberdade,
opiniao,
Pequeno Príncipe,
Relacionamentos,
Saint Exupéry
Um pouco sobre liberdade
Vou postar de vez em quando coisas sobre liberdade. Pra isto acabo de criar a tag #liberdade.
Vou comentar como ela é importante pra mim, mas noto em metade das pessoas com quem me relaciono que ela pode ser alvo de criticas.
Vou comentar como ela é importante pra mim, mas noto em metade das pessoas com quem me relaciono que ela pode ser alvo de criticas.
21 de fev. de 2008
Aborto
Acabo de assistir uma reportagem de uma clínica de aborto clandestina que foi fechada pela polícia. Veja aqui uma matéria sobre este caso:
MP fecha clínica de aborto e prende 14 no Rio
Primeiro uma produtora com uma camera escondida entra na clinica e ouve do "médico" que o método adotado é o de sucção e que ela ficará sedada por apenas 10 minutos e poderá ir embora andando.
Em outra sala uma atendente cobra o valor de R$750,00.
O preço varia conforme a idade da mãe o a idade do feto.
Logo depois a polícia entra e efetua o flagrante.
os tres funcionarios da clinica responderão por aborto com o consentimento da mãe e formação de quadrilha.
As três mães e os respectivos acompanhantes responderão pelo crime de aceitarem o aborto.
Sabem, eu fiquei alarmado com a falta de controle que as coisas estão - e sempre estiveram!
Esta clínica realizava em média dez abortos por dia!
Considerando que temos uma ou duas clinicas por cada subbairro aqui do Rio, temos uma espantosa geração de lixo hospitalar!
Se você não sabia, após ler isto já sabe que sou contra o aborto.
Discordo quando dizem que o corpo é da mãe e ela pode decidir em matar o próprio filho ou não.
Discordo que o direito ao aborto é uma forma de respeito a mulher.
Quer respeitar a mulher? Não enfie o pênis nela se não está certo que pode ser pai! E quem é a favor do aborto está respeitando a mulher? Não invertam as coisas!
O crescimento dos cabelos acontece sem o consentimento nosso. Depois de um tempo o cabelo cai.
Se você juntar um fio de cabelo seu do chão, você vai guardá-lo numa caixa pois ele é seu?
Ele não era seu nem quando estava na sua cabeça! Ele não é obra sua!
Da mesma forma o feto cresceu de você, mas não lhe cabe a decisão de matá-lo!
Optar pelo aborto é um sinal de fraqueza, de nao querer encarar uma realidade. Sempre há a possibilidade de doação.
Gravidez devida a estupro é uma lástima!
Mas o esperma do estrupador não é malvado. O feto que nascerá não cometeu nenhum crime.
Cabe um acompanhamento psicológico para que a mãe deixe de transferir o ódio e dor do que sofreu para o feto.
E, novamente, cabe a doação.
O crime de aborto não é justificado por causa do crime de estupro!
Aborto por que o pai regeita a filha solteira grávida? Ah, deixem de dar valor a opinião alheia! A opinião de um bando de inúteis, recalcados e desocupados é mais importante que uma vida humana?
Aborto por nao ter condições finaceiras?
Primeiro você pode lutar para ter melhores condições financeiras.
Mas se ainda assim optar por ser pobre, pode pedir ajuda, pode doar a criança!
Acho que devemos evitar errar. Não quer engravidar? Não dê! Deu? Foi bom? Ótimo! Mas agora assuma seus atos com a graça e olhar em frete de um adulto, não pela fuga de um fraco, infantil!
Uma vez uma mulher me disse que queria abortar logo, pois se conhecia, se o feto nascesse ela se apegaria ao bebê e não conseguiria doá-lo.
Mas então, se ela percebia que amar era natural, por que não se dar este presente?
Basicamente falta enfiar na cabeça destas pessoas que o feto é um cidadão com todos os direitos civis.
Pena que gradativamente estão nos aviltando, invadindo nossos espaços, acabando com nossos direitos. E esta leva de ingênuos acha que conseguirá um avanço social com a legalização do aborto. Pra mim será mais um passo na derrocada de nossos direitos. Menos uma fibra em nossa dignidade humana.
Abortar por que uma criança estraga a sua carreira? Peraí, uma carreira é algo feito por um ser humano para ele viver. Uma carreira que te levasse a morrer de fome não seria uma carreira. E ter um filho é algo relacionado a vida. Não é a sua carreira que exige que você aborte. É a sua forma de ver a sua carreira que é doentia.
Olha, eu sei que assumir uma responsabilidade tão grande como a de criar um filho não é fácil. Mas então, peça socorro! Doe a criança!
Note o detalhe: assumir a responsabilidade de criar uma criança.
Agora discordo que colocar uma criança no mundo seja opção sua. Isto é da natureza. Você não deve ter vergonha de dar a luz.
Mas, sim, deve ter vergonha de ter dado de forma irresponsável.
E um erro não tapa outro
Outro papinho furado que ouço é que é melhor matar o feto que doá-lo pela humilhação que a criança passará num orfanato. Mas, os orfanatos são uma merda por nossa conivência. A gente deixar os orfanatos assim é crime! Um erro não compensa o outro! Se você tem a coragem de dizer que é melhor estar morto do que viver num orfanato, então devia ter coragem de ir ajudar a melhorar a situação de pelo menos um deles!
E não venha me dizer o que é melhor para o feto. Diga o que é melhor pra você! Se você, quando ainda feto, fosse arguido se preveria crescer num orfanato ou morrer sem ver o sol, o que você responderia?
Por fim, se sabemos que a mãe corre risco de vida, então sim cabe a mãe decidir, se deve morrer para seu filho nascer ou o contrário.
Nesta situação sim apoio o aborto.
Mas poderiam aproveitar o procedimento do aborto pra ligar as trompas!
Uma tia minha optou por morrer para que meu primo nascesse. E ele acabou se tornando meu irmão. Sei que uma decisao de dar a vida pelo filho necessita de amor. Sei que foi opção dela. Sempre a repeitarei e nunca conseguirei ter toda a admiração por ela que ela merece!
Mas foi opção dela.
Pessoalmente se eu tivesse no lugar dela optaria por morrer para q meu filho nascesse. Mas dai eu teria uma preocupação: qual seria o futuro do meu filho? E eu tentaria fazer o que ela fez: chamar quem ela confiava pra criar meu filho.
Neste caso ela chamou a minha mãe. Minha mãe aceitou.
Outro ponto pra mim admirar minha mãe, que não era perfeita, mas era corajosa
Então eu vejo o aborto como uma forma de fuga de uma responsabilidade. Como um ato covarde.
Você é a favor do aborto? Parabéns pela oportunidade de ter uma opinião! Pois quem foi abortado não teve como concordar ou discordar.
Uma historinha legal pra mim:
MP fecha clínica de aborto e prende 14 no Rio
Primeiro uma produtora com uma camera escondida entra na clinica e ouve do "médico" que o método adotado é o de sucção e que ela ficará sedada por apenas 10 minutos e poderá ir embora andando.
Em outra sala uma atendente cobra o valor de R$750,00.
O preço varia conforme a idade da mãe o a idade do feto.
Logo depois a polícia entra e efetua o flagrante.
os tres funcionarios da clinica responderão por aborto com o consentimento da mãe e formação de quadrilha.
As três mães e os respectivos acompanhantes responderão pelo crime de aceitarem o aborto.
Sabem, eu fiquei alarmado com a falta de controle que as coisas estão - e sempre estiveram!
Esta clínica realizava em média dez abortos por dia!
Considerando que temos uma ou duas clinicas por cada subbairro aqui do Rio, temos uma espantosa geração de lixo hospitalar!
Se você não sabia, após ler isto já sabe que sou contra o aborto.
Discordo quando dizem que o corpo é da mãe e ela pode decidir em matar o próprio filho ou não.
Discordo que o direito ao aborto é uma forma de respeito a mulher.
Quer respeitar a mulher? Não enfie o pênis nela se não está certo que pode ser pai! E quem é a favor do aborto está respeitando a mulher? Não invertam as coisas!
O crescimento dos cabelos acontece sem o consentimento nosso. Depois de um tempo o cabelo cai.
Se você juntar um fio de cabelo seu do chão, você vai guardá-lo numa caixa pois ele é seu?
Ele não era seu nem quando estava na sua cabeça! Ele não é obra sua!
Da mesma forma o feto cresceu de você, mas não lhe cabe a decisão de matá-lo!
Optar pelo aborto é um sinal de fraqueza, de nao querer encarar uma realidade. Sempre há a possibilidade de doação.
Gravidez devida a estupro é uma lástima!
Mas o esperma do estrupador não é malvado. O feto que nascerá não cometeu nenhum crime.
Cabe um acompanhamento psicológico para que a mãe deixe de transferir o ódio e dor do que sofreu para o feto.
E, novamente, cabe a doação.
O crime de aborto não é justificado por causa do crime de estupro!
Aborto por que o pai regeita a filha solteira grávida? Ah, deixem de dar valor a opinião alheia! A opinião de um bando de inúteis, recalcados e desocupados é mais importante que uma vida humana?
Aborto por nao ter condições finaceiras?
Primeiro você pode lutar para ter melhores condições financeiras.
Mas se ainda assim optar por ser pobre, pode pedir ajuda, pode doar a criança!
Acho que devemos evitar errar. Não quer engravidar? Não dê! Deu? Foi bom? Ótimo! Mas agora assuma seus atos com a graça e olhar em frete de um adulto, não pela fuga de um fraco, infantil!
Uma vez uma mulher me disse que queria abortar logo, pois se conhecia, se o feto nascesse ela se apegaria ao bebê e não conseguiria doá-lo.
Mas então, se ela percebia que amar era natural, por que não se dar este presente?
Basicamente falta enfiar na cabeça destas pessoas que o feto é um cidadão com todos os direitos civis.
Pena que gradativamente estão nos aviltando, invadindo nossos espaços, acabando com nossos direitos. E esta leva de ingênuos acha que conseguirá um avanço social com a legalização do aborto. Pra mim será mais um passo na derrocada de nossos direitos. Menos uma fibra em nossa dignidade humana.
Abortar por que uma criança estraga a sua carreira? Peraí, uma carreira é algo feito por um ser humano para ele viver. Uma carreira que te levasse a morrer de fome não seria uma carreira. E ter um filho é algo relacionado a vida. Não é a sua carreira que exige que você aborte. É a sua forma de ver a sua carreira que é doentia.
Olha, eu sei que assumir uma responsabilidade tão grande como a de criar um filho não é fácil. Mas então, peça socorro! Doe a criança!
Note o detalhe: assumir a responsabilidade de criar uma criança.
Agora discordo que colocar uma criança no mundo seja opção sua. Isto é da natureza. Você não deve ter vergonha de dar a luz.
Mas, sim, deve ter vergonha de ter dado de forma irresponsável.
E um erro não tapa outro
Outro papinho furado que ouço é que é melhor matar o feto que doá-lo pela humilhação que a criança passará num orfanato. Mas, os orfanatos são uma merda por nossa conivência. A gente deixar os orfanatos assim é crime! Um erro não compensa o outro! Se você tem a coragem de dizer que é melhor estar morto do que viver num orfanato, então devia ter coragem de ir ajudar a melhorar a situação de pelo menos um deles!
E não venha me dizer o que é melhor para o feto. Diga o que é melhor pra você! Se você, quando ainda feto, fosse arguido se preveria crescer num orfanato ou morrer sem ver o sol, o que você responderia?
Por fim, se sabemos que a mãe corre risco de vida, então sim cabe a mãe decidir, se deve morrer para seu filho nascer ou o contrário.
Nesta situação sim apoio o aborto.
Mas poderiam aproveitar o procedimento do aborto pra ligar as trompas!
Uma tia minha optou por morrer para que meu primo nascesse. E ele acabou se tornando meu irmão. Sei que uma decisao de dar a vida pelo filho necessita de amor. Sei que foi opção dela. Sempre a repeitarei e nunca conseguirei ter toda a admiração por ela que ela merece!
Mas foi opção dela.
Pessoalmente se eu tivesse no lugar dela optaria por morrer para q meu filho nascesse. Mas dai eu teria uma preocupação: qual seria o futuro do meu filho? E eu tentaria fazer o que ela fez: chamar quem ela confiava pra criar meu filho.
Neste caso ela chamou a minha mãe. Minha mãe aceitou.
Outro ponto pra mim admirar minha mãe, que não era perfeita, mas era corajosa
Então eu vejo o aborto como uma forma de fuga de uma responsabilidade. Como um ato covarde.
Você é a favor do aborto? Parabéns pela oportunidade de ter uma opinião! Pois quem foi abortado não teve como concordar ou discordar.
Uma historinha legal pra mim:
Um professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Califórnia um dia perguntou aos seus alunos.
"Aqui é a história da família: O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam?"
A maioria dos alunos optaram pelo aborto.
"Parabéns," anunciou o professor. "Vocês acabaram de matar Beethoven."
"Aqui é a história da família: O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam?"
A maioria dos alunos optaram pelo aborto.
"Parabéns," anunciou o professor. "Vocês acabaram de matar Beethoven."
10 de fev. de 2008
14 de dez. de 2007
Somos sem dom nem talento
jamais fique inseguro sobre se você faz bem ou nao alguma coisa
o q conta é: estou tentando ou não estou tentando
tudo se aprende dedicando tempo praticando , errando errando e aos poucos vc começa a fazer bem
quando a gente nasce nao tem nenhum dom nem talento. a gente escolhe no que quer ser genio e dedica tempo aquilo
o cara da corda bamba não é melhor que eu apenas ele deve treinar 8 horas por dia desde os 3 anos de idade. treinando assim até eu ando na corda bamba!
beethoven podia compor magistralmente mas nao arquitetava como Da Vinci...
Nei Latorraca disse numa entrevista ao Jô:
todos nasceram pra brilhar. basta descobrir onde.
eu apenas alinhavo com : basta decidir onde.
o q conta é: estou tentando ou não estou tentando
tudo se aprende dedicando tempo praticando , errando errando e aos poucos vc começa a fazer bem
quando a gente nasce nao tem nenhum dom nem talento. a gente escolhe no que quer ser genio e dedica tempo aquilo
o cara da corda bamba não é melhor que eu apenas ele deve treinar 8 horas por dia desde os 3 anos de idade. treinando assim até eu ando na corda bamba!
beethoven podia compor magistralmente mas nao arquitetava como Da Vinci...
Nei Latorraca disse numa entrevista ao Jô:
todos nasceram pra brilhar. basta descobrir onde.
eu apenas alinhavo com : basta decidir onde.
13 de dez. de 2007
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