Noite passada saí com minha afiliada pra beber, jogar sinuca, comer hamburguer e picolé de chocolate (Ela só bebeu. E teve náuseas ao me ver comendo picolé de chocolate após as cervejas). Foi uma boa noite principalmente por que não perdi todas na sinuca.
Estavamos num boteco com 4 mesas de sinuca e uma jukebox que tocou quase que somente Usher.
Num dado momento notei que na jukebox rolava o vídeo do kiko funkeiro.
No início eu xinguei secretamente o fato de pegarem da net um vídeo e não pagarem direitos autorais ao criador do vídeo, muito menos ao canal de tv q exibe o kiko.
É neste momento que este post se inicia. E vai acabar rapidinho. Tão rápido quanto foi eu deixar de lado o insight etílico que tive.
Eu pensei no mundo onde vivo agora. Nada impede que quem tenha criado o vídeo seja um garoto. Os garotos de minha época se expressavam com giz na calçada. Hoje a calçada é a internet onde podem se expressar na forma de uploads de multimídia. Na minha época nenhum garoto cobraria direitos autorais de um desenho em giz na calçada, e no fim das contas a jukebox é uma forma de propaganda pro canal de vídeos no youtube de quem fez o upload.
O mundo tá pegando um rumo incerto pra mim, onde a criação não é premiada pois todos criam o tempo todo. Ninguém vai pagar pelos meus livros pois as universidades financiam a pirataria de livros via xerox e por que muitos colegas já postaram todo o conteúdo do livro em blogs de acesso gratuito.
Enquanto eu tentava abarcar esta mudança olhei pra cada uma das mesas de sinuca.
Na primeira tinha três ou cinco velhinhos jogando bebendo e dando risada. Este é um mundo onde está mais divertido envelhecer.
A segunda era mais convencional. Uns quatro caras, três mulheres e duas crianças, todos dando gargalhadas. Meus pais nunca me levaram pra um boteco pra jogar sinuca quando eu tinha oito anos.
A terceira mesa tinha três garotas lindas e desacompanhadas, entre 15 e 17 anos. No mundo de hoje uma menina pode sair a noite, jogar, beber, sem que ninguém a acuse de tudo o que minha mãe teria pensado dela.
Quando o povo foi saindo os dois novos grupos que ocuparam as mesas me trouxeram novamente o assunto a tona. Uma mesa com cinco viadinhos barulhentos e um casal de lésbicas de parar o trânsito. Fiquei muito feliz de ver que ninguém no boteco tinha alguma opinião a dar sobre estes novos ocupantes, nem achado estranho mulheres desacompanhadas jogarem sinuca.
Achei engraçado como a jukebox e os tipos que ocuparam as mesas de sinuca daquela noite pareceram orquestradas para complementar o meu insight. Cada um, um exemplo isolado de liberdade que eu não tinha visto nos anos 80.
- Ricardooo, tua vez.
- Hã? Ok...
27 de fev. de 2011
O mundo tá melhorando?
Referência:
cotidiano,
direitos autorais,
homofobia,
liberdade,
misoginia,
opiniao,
preconceito
25 de fev. de 2011
Sensation
Sensation é um evento de house music. Um megaevento que a cada ano tem um motivo diferente e acontece em vários paises. No Brasil é chamado de Skol Sensation.
O evento é tão grande que não tem ingresso, tem certificado de participação. Não tem anúncio, tem trailer...
Usam todos os recursos pirotécnicos que as religiões e partidos políticos usaram através dos tempos, forjando a ilusão de conteúdo através da forma. Quando assisto fico pensando que foi assim que se conquistou os índios e aldeões medievais: com efeitos especiais que lembram poderes sobrenatuais. Apelam até pra uniforme dos membros, artifício usado por clérigos e exércitos pra dar a ilusão aos membros de que pertencem a uma casta.
Fiz uma playlist Sensation no youtube.
Veja um exemplo. A abertura parece um grandioso culto religioso. Parece que um sacerdote vai aparecer a qualquer momento e iniciar um sacrifício...
Veja como o anúncio lembra uma peça publicitária de um partido político ou igreja:
Sensation é a prova pra mim que pode haver um evento social sem a imposição de conceitos de terceiros na cabeça dos fieis, sem mentiras, sem promessas absurdas... só música.
E eu gosto disto. Gosto do uniforme que pedem para os espectadores adotarem: branco total. Gosto de um mundo sem doutrinas de terceiros a engolir ou a brigar por... Eu quero um Sensation World para os meus filhos.
O evento é tão grande que não tem ingresso, tem certificado de participação. Não tem anúncio, tem trailer...
Usam todos os recursos pirotécnicos que as religiões e partidos políticos usaram através dos tempos, forjando a ilusão de conteúdo através da forma. Quando assisto fico pensando que foi assim que se conquistou os índios e aldeões medievais: com efeitos especiais que lembram poderes sobrenatuais. Apelam até pra uniforme dos membros, artifício usado por clérigos e exércitos pra dar a ilusão aos membros de que pertencem a uma casta.
Fiz uma playlist Sensation no youtube.
Veja um exemplo. A abertura parece um grandioso culto religioso. Parece que um sacerdote vai aparecer a qualquer momento e iniciar um sacrifício...
Veja como o anúncio lembra uma peça publicitária de um partido político ou igreja:
Sensation é a prova pra mim que pode haver um evento social sem a imposição de conceitos de terceiros na cabeça dos fieis, sem mentiras, sem promessas absurdas... só música.
E eu gosto disto. Gosto do uniforme que pedem para os espectadores adotarem: branco total. Gosto de um mundo sem doutrinas de terceiros a engolir ou a brigar por... Eu quero um Sensation World para os meus filhos.
7 de fev. de 2011
Sou responsável por quem cativo?
Algumas idéias são tão repetidas que até parecem verdadeiras.
Um exemplo disto é a máxima de Saint Exupéry, alardeada nos perfis de orkut e twitter:
"És responsável por quem cativas"
(Escrever na segunda pessoa não dá a sensação de conteúdo? De mandamento, até?)
Veja, eu sou adepto da responsabilidade pessoal. O que é responsabilidade pra mim:
Então, se sou responsável, eu respondo pelos meus atos. Meus atos, e só. Nunca pelos atos de nenhum adulto, quer seja ele meu familiar, cônjuge, colega de trabalho...
Opa, aí temos outra palavra: adulto. Adulto pra mim é o que não recebe perdão pelos seus atos. Crianças, como não são adultas, podem ganhar indultos pelos seus atos. (Essa piada não ficou engraçada, nem em latim.)
Agora imagine que eu cative uma garota. Adulta, pois não sou pedófilo. E iniciamos um relacionamneto. Supnha ainda que, após um tempo, eu perceba que o relacionamento acabou pra mim.
Tenho plena liberdade de terminar o relacionamento quando eu bem entender. Não devo continuar uma farsa por me achar responsável pelos atos ou sofrimento daquela pessoa.
Não sou responsável pelos atos dela, ponto.
Se, com o rompimento, ela se negar a entender o meu ponto de vista, esbravejar, pagar mico, se suicidar, será por conta e risco dela. A respnsabilidade é dela.
Da mesma forma, se eu me apaixonar, e depois de um tempo ela terminar o namoro, não seria lúcido de minha parte pegar no pé dela, chorar, contrariar, tornar-me violento, pra tentar reatar um relacionamento que não mais existe.
Se eu sofrer, será por culpa minha. Eu poderia ter dito não, mas aceitei o pedido de namoro. Se acabou, e eu sofro, não foi ela que me fez sofrer. Eu que optei por não virar a página; escolhi a obsessão até atingir o nível de sofrimento.
Iniciar relacionamentos, e eventualmente terminá-los, são atos inerentes a nossa natureza livre. Fazem parte da nossa eterna busca pela felicidade.
Por outro lado, me considero responsável por crianças e animais que eu cativar.
Se eu crio uma relação de afeto com um enteado, tenho obrigação de continuar na vida dele, pelo menos até a maioridade, mesmo que o relacionamento com a mãe dele já tenha acabado. Eu sumir depois do fim do namoro seria um golpe que ele não merece. Da mesma forma se eu cativar um cachorro. Cães vivem de afeto. Então, uma vez eu o cativando, devo ser presente na vida dele até o dia da sua morte.
Claro que quando inicio um relacionamento, desejo que seja para sempre. E, acreditem, um dia eu consigo isto!
Mas se o outro tiver a certeza que jamais terminarei o relacionamento por me achar responsável, ele se sentirá livre pra me machucar quando quiser. Por outro lado, se o outro souber que posso terminar o relacionamento quando eu bem entender, ele tenderá a me reconquistar a cada dia. E o mesmo vale pra mim.
Isto dá a certeza de que não estamos num relacionamento vazio, onde só se conta o tempo de casados. Pois assim que ficasse vazio, acabaríamos na mesma hora e buscaríamos por algo melhor.
Então, NÃO! NÃO SOU RESPONSÁVEL POR QUEM EU CATIVAR!!!
E ao escrever isto eu me senti leve, livre dos grilhões desta falsa crença, que raposamente me foi vendida e eu comprei por décadas!
Um exemplo disto é a máxima de Saint Exupéry, alardeada nos perfis de orkut e twitter:
"És responsável por quem cativas"
(Escrever na segunda pessoa não dá a sensação de conteúdo? De mandamento, até?)
Veja, eu sou adepto da responsabilidade pessoal. O que é responsabilidade pra mim:
capacidade de responder pelos meus atos
=
habilidade de responder
=
respons-abilidade
=
habilidade de responder
=
respons-abilidade
(esta piada fica mais engraçada se contada em inglês)
Então, se sou responsável, eu respondo pelos meus atos. Meus atos, e só. Nunca pelos atos de nenhum adulto, quer seja ele meu familiar, cônjuge, colega de trabalho...
Opa, aí temos outra palavra: adulto. Adulto pra mim é o que não recebe perdão pelos seus atos. Crianças, como não são adultas, podem ganhar indultos pelos seus atos. (Essa piada não ficou engraçada, nem em latim.)
Agora imagine que eu cative uma garota. Adulta, pois não sou pedófilo. E iniciamos um relacionamneto. Supnha ainda que, após um tempo, eu perceba que o relacionamento acabou pra mim.
Tenho plena liberdade de terminar o relacionamento quando eu bem entender. Não devo continuar uma farsa por me achar responsável pelos atos ou sofrimento daquela pessoa.
Não sou responsável pelos atos dela, ponto.
Se, com o rompimento, ela se negar a entender o meu ponto de vista, esbravejar, pagar mico, se suicidar, será por conta e risco dela. A respnsabilidade é dela.
Da mesma forma, se eu me apaixonar, e depois de um tempo ela terminar o namoro, não seria lúcido de minha parte pegar no pé dela, chorar, contrariar, tornar-me violento, pra tentar reatar um relacionamento que não mais existe.
Se eu sofrer, será por culpa minha. Eu poderia ter dito não, mas aceitei o pedido de namoro. Se acabou, e eu sofro, não foi ela que me fez sofrer. Eu que optei por não virar a página; escolhi a obsessão até atingir o nível de sofrimento.
Iniciar relacionamentos, e eventualmente terminá-los, são atos inerentes a nossa natureza livre. Fazem parte da nossa eterna busca pela felicidade.
Por outro lado, me considero responsável por crianças e animais que eu cativar.
Se eu crio uma relação de afeto com um enteado, tenho obrigação de continuar na vida dele, pelo menos até a maioridade, mesmo que o relacionamento com a mãe dele já tenha acabado. Eu sumir depois do fim do namoro seria um golpe que ele não merece. Da mesma forma se eu cativar um cachorro. Cães vivem de afeto. Então, uma vez eu o cativando, devo ser presente na vida dele até o dia da sua morte.
Claro que quando inicio um relacionamento, desejo que seja para sempre. E, acreditem, um dia eu consigo isto!
Mas se o outro tiver a certeza que jamais terminarei o relacionamento por me achar responsável, ele se sentirá livre pra me machucar quando quiser. Por outro lado, se o outro souber que posso terminar o relacionamento quando eu bem entender, ele tenderá a me reconquistar a cada dia. E o mesmo vale pra mim.
Isto dá a certeza de que não estamos num relacionamento vazio, onde só se conta o tempo de casados. Pois assim que ficasse vazio, acabaríamos na mesma hora e buscaríamos por algo melhor.
Então, NÃO! NÃO SOU RESPONSÁVEL POR QUEM EU CATIVAR!!!
E ao escrever isto eu me senti leve, livre dos grilhões desta falsa crença, que raposamente me foi vendida e eu comprei por décadas!
Referência:
liberdade,
opiniao,
Pequeno Príncipe,
Relacionamentos,
Saint Exupéry
Um pouco sobre liberdade
Vou postar de vez em quando coisas sobre liberdade. Pra isto acabo de criar a tag #liberdade.
Vou comentar como ela é importante pra mim, mas noto em metade das pessoas com quem me relaciono que ela pode ser alvo de criticas.
Vou comentar como ela é importante pra mim, mas noto em metade das pessoas com quem me relaciono que ela pode ser alvo de criticas.
17 de set. de 2010
No rodízio...
Estômago:
- Cara, manera aê com o que vai comer. Essa semana foi foda. Manda uns vegetais pra dentro, porque as coisas no intestino estão feias.
Primeiro prato (800g): arroz, feijoada, cupim, picanha, coração de galinha e tomate.
Estômago:
- Tá de sacanagem, né? Duas rodelas de tomate? E essas carnes mal-passadas?
Pelo menos mastiga direito essa porra.
Segundo prato (550g): arroz, costela, picanha, alcatra e salada de maionese.
Estômago:
- Chega de carne, cara, não cabe mais nada aqui. Lembra daquela úlcera? Tá faltando pouco pra cicatriz abrir. Tu quer fuder com tudo, né ? Manda um pouco de água.
Bebida: Coca-Cola 600 ml
Estômago:
- Seu imbecil, eu falei um pouco de água.
Eu:
- Ué, Coca-Cola tem água. E ainda ajuda a dissolver a carne.
Estômago:
- Coca-cola tem o inferno dentro, porra. Tá fudendo aqui com o suco-gástrico.
Esposa:
- Amor, com quem você tá falando?
Eu:
- Nada, não, tô pensando alto.
Sobremesa: 300g de pudim.
Estômago:
- Eita porra, cabe mais não. Tá ouvindo?
Intestino:
- O que tá acontecendo aí em cima? Que zona é essa?
Estômago:
- O cara tá empurrando comida.. Agora veio pudim pra dentro. Não sei mais o que fazer.
Intestino:
- Vamos mandar direto.
Estômago:
- O quê?
Intestino:
- É isso aí, operação descarga.
Estômago:
- Cara, o cérebro não vai gostar.
Intestino:
- Foda-se o cérebro, ele nunca veio aqui em baixo pra saber como são as coisas.
Estômago:
- Vamos dar mais uma chance pra ele. Eu acho que ele não vai mais...
Bebida 2: cafezinho.
Estômago:
- Filho de uma puta. Vou explodir.
Intestino:
- Operação descarga iniciando. Anda, libera o canal do duodeno que eu já tô conversando com o esfíncter.
Coração:
- Que que tá havendo aí embaixo? A adrenalina tá aumentando muito.
Intestino:
- Operação descarga.
Coração:
- Quem autorizou isso? O cérebro não me mandou nada.
Estômago:
- Foda-se aquela geléia! Nem músculo tem.
Intestino:
- É isso aê, foda-se essa géleia inútil. Vinte segundos pra abrir o esfíncter anal. Quero ver o ânus arder com esse suco gástrico.
Esposa:
- Amor, você tá passando bem? Tá suando todo, aonde você vai?
Eu:
- Preciso ir ao banheiro, urgente. Paga a conta e me espera no carro.
Esposa:
- O que você comeu?
Eu:
- Não sei. Acho que foi o tomate...
- Cara, manera aê com o que vai comer. Essa semana foi foda. Manda uns vegetais pra dentro, porque as coisas no intestino estão feias.
Primeiro prato (800g): arroz, feijoada, cupim, picanha, coração de galinha e tomate.
Estômago:
- Tá de sacanagem, né? Duas rodelas de tomate? E essas carnes mal-passadas?
Pelo menos mastiga direito essa porra.
Segundo prato (550g): arroz, costela, picanha, alcatra e salada de maionese.
Estômago:
- Chega de carne, cara, não cabe mais nada aqui. Lembra daquela úlcera? Tá faltando pouco pra cicatriz abrir. Tu quer fuder com tudo, né ? Manda um pouco de água.
Bebida: Coca-Cola 600 ml
Estômago:
- Seu imbecil, eu falei um pouco de água.
Eu:
- Ué, Coca-Cola tem água. E ainda ajuda a dissolver a carne.
Estômago:
- Coca-cola tem o inferno dentro, porra. Tá fudendo aqui com o suco-gástrico.
Esposa:
- Amor, com quem você tá falando?
Eu:
- Nada, não, tô pensando alto.
Sobremesa: 300g de pudim.
Estômago:
- Eita porra, cabe mais não. Tá ouvindo?
Intestino:
- O que tá acontecendo aí em cima? Que zona é essa?
Estômago:
- O cara tá empurrando comida.. Agora veio pudim pra dentro. Não sei mais o que fazer.
Intestino:
- Vamos mandar direto.
Estômago:
- O quê?
Intestino:
- É isso aí, operação descarga.
Estômago:
- Cara, o cérebro não vai gostar.
Intestino:
- Foda-se o cérebro, ele nunca veio aqui em baixo pra saber como são as coisas.
Estômago:
- Vamos dar mais uma chance pra ele. Eu acho que ele não vai mais...
Bebida 2: cafezinho.
Estômago:
- Filho de uma puta. Vou explodir.
Intestino:
- Operação descarga iniciando. Anda, libera o canal do duodeno que eu já tô conversando com o esfíncter.
Coração:
- Que que tá havendo aí embaixo? A adrenalina tá aumentando muito.
Intestino:
- Operação descarga.
Coração:
- Quem autorizou isso? O cérebro não me mandou nada.
Estômago:
- Foda-se aquela geléia! Nem músculo tem.
Intestino:
- É isso aê, foda-se essa géleia inútil. Vinte segundos pra abrir o esfíncter anal. Quero ver o ânus arder com esse suco gástrico.
Esposa:
- Amor, você tá passando bem? Tá suando todo, aonde você vai?
Eu:
- Preciso ir ao banheiro, urgente. Paga a conta e me espera no carro.
Esposa:
- O que você comeu?
Eu:
- Não sei. Acho que foi o tomate...
25 de ago. de 2010
Abbott & Costello
Eu era bem criança e adorava assistir Abbott & Costello.
Se você tem menos de 40 não deve conhecê-los.
Era uma dupla humorística que fez filmes e shows de tv e até seriados.
Abbott, o alto e magro, era lúcido e não acreditava em fantasmas. Pra ele sempre tinha uma explicação lógica para todo fenômeno paranormal. Já o Costello, o baixo gordo medroso, entrava sozinho num quarto escuro. Aparecia um fantasma, e ele congelava e começava a ofegar cada vez mais forte:
AAAaaa... ash ash ash HEEEEEEYYYY AAAABOOOOTTTTT!!!
e saia correndo. Neste momento o fantasma se escondia.
Abbot trazia Costello de volta pra provar que não tinha nenhum fantasma, e depois saia deixando o gordinho sozinho.
Então o fantasma reaparecia e tudo se repetia.
Era algo como Chaves e Quico.
E eu corria pelo quintal e gritava igual a TV: "HEEEEYYY AAAABBOTT"
Nesta cena, do filme "Robin Hood, homens de colan", é feita alusão a este florão.
O Abbot (abade) do filme está passndo e alguém o sauda com:"Hey, Abbott!"
e o outro sussurra: "eu odeio este cara!"
Esta foi uma grande sacada, digna de quem a escreveu, Mel Brooks:
Tem algumas cenas do Abbott & Costello que me marcaram pra sempre. Até hoje estas cenas se repetem aqui dentro.
Como no episódio que uma epidemia de se tornar loubisomem atacou a cidade onde eles eram bombeiros (ou policiais?). E acabou tudo mal, com eles também transformados.
Tem uma cena que é usada até hoje por quem é bobo.
O cara explica que tem um jogo de basebal com jogadores das primeira, segunda e terceira bases, chamados: "Who" "What" e "I Dont Know".
em portugues os nomes dos jogadores pra manter a piada seriam: "Quem", "Ukê" e "Naum Sei".
- Qual é o nome dos caras?
- Eu ja lhe disse!
- Quem é o cara da primeira base?
- Quem!
- O da primeira base!
- Quem!
- Quem está na primeira base?
- Quem está na primeira base!
- Mas é isto mesmo que eu perguntei! Quem está na primeira base?
- Quem!
- O cara que está na primeira base?
- Quem está na primeira base.
- Eu não sei! É o que estou te perguntanto!
e assim vai...
Sei que hoje em dia é sem graça. Tudo evoluiu... Mas a atuação deles é eterna!
Esta cena tem um final pornográfico para os padrões da época:
Tem a cena classica do cara que a vítima chega e diz:
"Hi, pall!"
e o doido começa:
"Pal? Você me chamou de pal? Há muito tempo não sou chamado assim..."
E começa a contar como ficou traumatizado por perder o seu amor.
Ele procurou pelo homem que roubou o coração da sua amada por todo o mundo, até no Rio de Janeiro!
E foi em Niaraga Falls onde ele encontrou o canalha! E ocorre uma cena horrivel com sangue da moça pelo chão. "AAAAAAHHH TODO AQUELE SANGUEEEE!!!"
E toda a vez que alguém pronuncia "Niaraga Falls" ele entra em transe, volta para a cena e começa:
"Leeeentamenteeee, eu me vireeeei... paaasso a paaasso, polegaaada por polegaada, e fui em direção ao cara e EU FIZ ISSO, E ISTO E MAIS ISTO!" surrando quem falou a palavra mágica...
Quando o cara retorna ao senso normal, "a vítima" segue conversando e... escorrega novamente "Niaraga Falls". E então ele entra em pânico por saber que vai apanhar novamente...
Serei eternamente grato a eles pelas gargalhadas que me deram quando eu tinha menos de 4 anos...
e por hoje é só, pessoal!
Ah, parenteses!!
Fugindo um pouquinho do assunto, aqui temos o mesmo esquete, Niaraga Falls, com os três patetas. Só que quando acaba, chega outro cara com a mesma história, e nossa vítima já sabe o que lhe espera...
Se você tem menos de 40 não deve conhecê-los.
Era uma dupla humorística que fez filmes e shows de tv e até seriados.
Abbott, o alto e magro, era lúcido e não acreditava em fantasmas. Pra ele sempre tinha uma explicação lógica para todo fenômeno paranormal. Já o Costello, o baixo gordo medroso, entrava sozinho num quarto escuro. Aparecia um fantasma, e ele congelava e começava a ofegar cada vez mais forte:
AAAaaa... ash ash ash HEEEEEEYYYY AAAABOOOOTTTTT!!!
e saia correndo. Neste momento o fantasma se escondia.
Abbot trazia Costello de volta pra provar que não tinha nenhum fantasma, e depois saia deixando o gordinho sozinho.
Então o fantasma reaparecia e tudo se repetia.
Era algo como Chaves e Quico.
E eu corria pelo quintal e gritava igual a TV: "HEEEEYYY AAAABBOTT"
Nesta cena, do filme "Robin Hood, homens de colan", é feita alusão a este florão.
O Abbot (abade) do filme está passndo e alguém o sauda com:"Hey, Abbott!"
e o outro sussurra: "eu odeio este cara!"
Esta foi uma grande sacada, digna de quem a escreveu, Mel Brooks:
Tem algumas cenas do Abbott & Costello que me marcaram pra sempre. Até hoje estas cenas se repetem aqui dentro.
Como no episódio que uma epidemia de se tornar loubisomem atacou a cidade onde eles eram bombeiros (ou policiais?). E acabou tudo mal, com eles também transformados.
Tem uma cena que é usada até hoje por quem é bobo.
O cara explica que tem um jogo de basebal com jogadores das primeira, segunda e terceira bases, chamados: "Who" "What" e "I Dont Know".
em portugues os nomes dos jogadores pra manter a piada seriam: "Quem", "Ukê" e "Naum Sei".
- Qual é o nome dos caras?
- Eu ja lhe disse!
- Quem é o cara da primeira base?
- Quem!
- O da primeira base!
- Quem!
- Quem está na primeira base?
- Quem está na primeira base!
- Mas é isto mesmo que eu perguntei! Quem está na primeira base?
- Quem!
- O cara que está na primeira base?
- Quem está na primeira base.
- Eu não sei! É o que estou te perguntanto!
e assim vai...
Sei que hoje em dia é sem graça. Tudo evoluiu... Mas a atuação deles é eterna!
Esta cena tem um final pornográfico para os padrões da época:
Tem a cena classica do cara que a vítima chega e diz:
"Hi, pall!"
e o doido começa:
"Pal? Você me chamou de pal? Há muito tempo não sou chamado assim..."
E começa a contar como ficou traumatizado por perder o seu amor.
Ele procurou pelo homem que roubou o coração da sua amada por todo o mundo, até no Rio de Janeiro!
E foi em Niaraga Falls onde ele encontrou o canalha! E ocorre uma cena horrivel com sangue da moça pelo chão. "AAAAAAHHH TODO AQUELE SANGUEEEE!!!"
E toda a vez que alguém pronuncia "Niaraga Falls" ele entra em transe, volta para a cena e começa:
"Leeeentamenteeee, eu me vireeeei... paaasso a paaasso, polegaaada por polegaada, e fui em direção ao cara e EU FIZ ISSO, E ISTO E MAIS ISTO!" surrando quem falou a palavra mágica...
Quando o cara retorna ao senso normal, "a vítima" segue conversando e... escorrega novamente "Niaraga Falls". E então ele entra em pânico por saber que vai apanhar novamente...
Serei eternamente grato a eles pelas gargalhadas que me deram quando eu tinha menos de 4 anos...
e por hoje é só, pessoal!
Ah, parenteses!!
Fugindo um pouquinho do assunto, aqui temos o mesmo esquete, Niaraga Falls, com os três patetas. Só que quando acaba, chega outro cara com a mesma história, e nossa vítima já sabe o que lhe espera...
24 de ago. de 2010
O que é a morte pra mim?
Bem, alguem acabou de me perguntar se a morte não é quando o sangue para de correr nas veias...
isto me lembrou de um post antigo sobre a morte
isto me lembrou de um post antigo sobre a morte
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