15 de mai. de 2011
1 de mai. de 2011
Racionais MC Vida Loka 1 e 2
Periodicamente tenho que ouvir estas duas musicas, pra reestabelecer a consciência da realidade.
O luxo, conforto, acabam amolecendo o espirito, e ouvir isto é um choque de realidade que me põe de pé novamente.
Abaixo tem a letra das duas musicas pra vc nao perder nada.
Parte 1
Fé em Deus que ele é Justo,
Ei irmao nunca se esqueça,
Na guarda, guerreiro, levanta a cabeça, truta,
Onde estiver seja lá como for,
Tenha fé porque ate no lixão nasce flor,
Ore por nós pastor, lembra da gente
No culto dessa noite, firmao segue quente,
Admiro os crente, da licença aqui,
mó funçao, mó tabela, Pô, desculpa ai.
Eu me, sinto as vezes meio Pá, inseguro,
Que nem um vira lata sem fé no futuro,
Vem alguem lá, quem é quem, quem sera meu bom,
Dá meu brinquedo de furar moleton,
Porque os bico que me ve com os truta na balada,
Tenta ve, que saber de mim não ve nada,
Porque a confiança é uma mulher ingrata,
Que te beija, e te abraça, te rouba e te mata,
Desacredita, nem pensa, só naquela
Se uma mosca ameaça me cata piso nela,
O bico deu mó guela, ó
Pique bandidão, foi em casa na missao, me tromba na cohab,
De camisa larga, vai sabe Deus que sabe,
Qual é a maldade comigo do inimigo num migué,
Tocou a campainha PLIN, pá trama meu FIM, dois maluco
armado SIM, um isqueiro e um STOPIM,
Pronto pra chama minha preta pra fala,
Que eu comi a mina dele, Rá, se ela tava Lá
Vadia, mentirosa, nunca vi deu mó falha, espirito do mal,
cão, de buceta e saia, talarico nunca fui, é o seguinte,
Ando certo pelo certo, como 10 e 10 é 20,
Já penso doido, e se eu to com o meu filho no sofá de
VACILO,
desarmadao era AQUILO,
sem culpa, sem chance, nem pra abri a boca
Ia nessa sem sabe
(Pô cê vê) VIDA LOKA...
Mais na rua ná não, até Jack
Tem quem passa um pano,
Impostor pé de brek, passa pro malandro,
A inveja existe, e a cada 10, 5 é na maldade,
A mãe dos Pecado Capital é a Vaidade,
Mais se é para resolver, se envolver, vai meu nome,
Fazer o que, se cadeia é pra homen,
Malandrão eu, NÃO, ninguem é bobo,
Se quer Guerra terá,
Se quer Paz, quero em dobro,
Mais verme é verme, é o que é,
Rastejando no chão, sempre embaixo do pé,
E fala 1, 2 vez, se marcar até 3,
Na 4º xeque-mate, que nem no xadrez,
Eu sou guerreiro do RAP,
E sempre em alta voltagem 1 por 1
Deus por nós, tamo aqui de passagem,
VIDA LOKA
Eu não tenho dom pra vitima,
Justiça e Liberdade, a causa é legitima,
Meu Rap faz o cântico do loko e dos romântico,
Vo por o sorriso de criança, onde for,
Aos parceiros tem a oferece a minha presença,
Talvez até confusa, mais Real e Intensa,
Meu melhor Marvin Gaye, sabadão na Marginal,
O que será, será, é nóis vamo até o final,
Liga eu, liga nóis, onde preciso for,
No Paraíso ou no dia do Juízo Pastor,
E liga eu, e os irmão,
É o ponto que eu peço, FAVELA, FUNDÃO,
Imortal nos meus versos,
VIDA LOKA.
Parte 2
-Firmeza total,mais um ano se passando
Muita coletividade na quebrada,dinheiro no bolso
Sem miséria, e é nóis vamo brindar o dia de hoje que o
Amanhã só pertence a Deus, a vida é loka.
Deixa eu fala, pocê,
Tudo, tudo, tudo vai, tudo é fase irmão,
Logo mais vamo arrebentar no mundão,
De cordão de elite, 18 quilate,
Poê no pulso, logo brait,
Que tal? tá bom?
De lupa Bausch & Lomb, bombeta branca e vinho,
Champagne para o ar, que é pra abrir nossos caminhos,
Pobre é o diabo, eu odeio a ostentação,
Pode rir, ri mais não desacredita não.
É só questão de tempo, pro fim do sofrimento,
Um brinde pros guerreiro, zé polvinho eu lamento,
Vermes que só faz peso na terra.
Tira o zóio.
Tira o zóio, vê se me erra,
Eu durmo pronto pra guerra,
E eu não era assim, eu tenho ódio,
E sei que é mau pra mim,
Fazer o que se é assim,
Vida loka cabulosa,
O cheiro é de pólvora,
E eu prefiro rosas.
E eu que...e eu que...
Sempre sonhei com um lugar,
Gramado limpo, assim, verde como o mar,
Cercas brancas, uma seringueira com balança,
Disbicando pipa cercado de criança...
How...how Brown
Acorda sangue bom,
Aqui é capão redondo, tru
Não pokémon,
Zona sul é o invés, é stress concentrado,
Um coração ferido, por metro quadrado...
Quanto,quanto mais tempo eu vou resistir,
Pior que eu já vi meu lado bom na U.T.I,
Meu anjo do perdão foi bom,
Mas tá fraco,
Culpa dos imundo, do espírito opaco.
Eu queria ter, pra testar e vê,
Um malote, com glória, fama,
Embrulhado em pacote,
Se é isso que ceis quer,
Vem pegar.
Jogar num rio de merda e ver vários pular,
Dinheiro é foda,
Na mão de favelado, é mó guela,
Na crise, vários pedra 90, esfarela.
Eu vou jogar pra ganha,
O meu money, vai e vem,
Porém, quem tem, tem,
Não cresço o zóio em ninguém,
O que tiver que ser,
Será meu,
Tá escrito nas estrelas,
Vai reclamar com Deus.
Imagina nóis de Audi,
Ou de citröen,
Indo aqui, rindo ali,
Só pam,
De vai e vem,
No Capão, no Apurá, vô colar,
Na pedreira do São Bento,
Na fundão, no pião,
Sexta-feira.
De teto solar,
O luar representa,
Ouvindo Cassiano,
Ha.
Os gambé não güenta.
É mais se não der,
Nêgo,
O que é que tem,
O importante é nós aqui,
Junto no que vem,
O caminho,
Da felicidade ainda existe,
É uma trilha estreita,
Em meio a selva triste.
Quanto cê paga,
Pra vê sua mãe agora,
E nunca mais ver seu pivete,
Ir embora,
Dá a casa, dá o carro,
Uma glock, e uma fal,
Sobe cego de joelho,
Mil e cem degrau.
Quente é mil grau,
O que o guerreiro diz,
O promotor é só um homem,
Deus é o juiz.
Enquanto Zé Polvinho,
Apedrejava a cruz,
Um canalha fardado,
Cuspiu em jesus.
Oh...
Aos 45 do segundo arrependido,
Salvo e perdoado,
É Dimas o bandido.
É loko o baguio,
Arrepia na hora
Oh
Dimas, primeiro vida loka da história.
Eu digo.
Glória...glória...
Sei que Deus tá aqui.
E só quem é,
Só quem é vai sentir.
E meus guerreiro de fé,
Quero ouvir....quero ouvir...
E meus guerreiro de fé,
Quero ouvir...irmão...
Programado pra morre nós é,
É certo...é certo...é crer no que der...
Firmeza
Não é questão de luxo,
Não é questão de cor,
É questão que fartura,
Alega o sofredor.
Não é questão de pressa, nêgo
A idéia é essa,
Miséria, traz tristeza, e vice-versa,
Inconscientemente,
Vem na minha mente
Em ter uma loja de tênis,
O olhar do parceiro feliz,
De poder comprar,
O azul, o vermelho,
O balcão, o espelho,
O estoque, a modelo.
Não importa,
Dinheiro é puta,
E abre as porta,
Dos castelo de areia que quiser.
Preto e dinheiro,
São palavras rivais,
É,
Então mostra pra esses cú,
Como é que faz.
O seu enterro foi dramático,
Como um blues antigo,
Mas tinha estilo,
Me perdoe, de bandido.
Tempo pra pensar,
Quer parar,
Que cê qué?
Viver pouco como um rei,
Ou então muito, como um Zé?
Às vezes eu acho,
Que todo preto como eu,
Só quer um terreno no mato,
Só seu.
Sem luxo, descalço, nadar num riacho,
Sem fome,
Pegando as fruta no cacho.
Aí truta, é o que eu acho,
Quero também,
Mas em São Paulo,
Deus é uma nota de 100,
Vidaloka!!
"porque o guerreiro de fé nunca gela,
Não agrada o injusto, e não amarela,
O rei dos reis, foi traído, e sangrou nessa terra,
Mas morrer como um homem é o prêmio da guerra,
Mas oh,
Conforme for, se precisa, afoga no próprio sangue, assim será,
Nosso espírito é imortal, sangue do meu sangue,
Entre o corte da espada e o perfume da rosa,
Sem mensão honrosa, sem massagem."
A vida é loka nêgo,
E nela eu tô de passagem.
À dimas o primeiro.
Saúde guerreiro!
Dimas... Dimas... Dimas...
O luxo, conforto, acabam amolecendo o espirito, e ouvir isto é um choque de realidade que me põe de pé novamente.
Abaixo tem a letra das duas musicas pra vc nao perder nada.
Parte 1
Fé em Deus que ele é Justo,
Ei irmao nunca se esqueça,
Na guarda, guerreiro, levanta a cabeça, truta,
Onde estiver seja lá como for,
Tenha fé porque ate no lixão nasce flor,
Ore por nós pastor, lembra da gente
No culto dessa noite, firmao segue quente,
Admiro os crente, da licença aqui,
mó funçao, mó tabela, Pô, desculpa ai.
Eu me, sinto as vezes meio Pá, inseguro,
Que nem um vira lata sem fé no futuro,
Vem alguem lá, quem é quem, quem sera meu bom,
Dá meu brinquedo de furar moleton,
Porque os bico que me ve com os truta na balada,
Tenta ve, que saber de mim não ve nada,
Porque a confiança é uma mulher ingrata,
Que te beija, e te abraça, te rouba e te mata,
Desacredita, nem pensa, só naquela
Se uma mosca ameaça me cata piso nela,
O bico deu mó guela, ó
Pique bandidão, foi em casa na missao, me tromba na cohab,
De camisa larga, vai sabe Deus que sabe,
Qual é a maldade comigo do inimigo num migué,
Tocou a campainha PLIN, pá trama meu FIM, dois maluco
armado SIM, um isqueiro e um STOPIM,
Pronto pra chama minha preta pra fala,
Que eu comi a mina dele, Rá, se ela tava Lá
Vadia, mentirosa, nunca vi deu mó falha, espirito do mal,
cão, de buceta e saia, talarico nunca fui, é o seguinte,
Ando certo pelo certo, como 10 e 10 é 20,
Já penso doido, e se eu to com o meu filho no sofá de
VACILO,
desarmadao era AQUILO,
sem culpa, sem chance, nem pra abri a boca
Ia nessa sem sabe
(Pô cê vê) VIDA LOKA...
Mais na rua ná não, até Jack
Tem quem passa um pano,
Impostor pé de brek, passa pro malandro,
A inveja existe, e a cada 10, 5 é na maldade,
A mãe dos Pecado Capital é a Vaidade,
Mais se é para resolver, se envolver, vai meu nome,
Fazer o que, se cadeia é pra homen,
Malandrão eu, NÃO, ninguem é bobo,
Se quer Guerra terá,
Se quer Paz, quero em dobro,
Mais verme é verme, é o que é,
Rastejando no chão, sempre embaixo do pé,
E fala 1, 2 vez, se marcar até 3,
Na 4º xeque-mate, que nem no xadrez,
Eu sou guerreiro do RAP,
E sempre em alta voltagem 1 por 1
Deus por nós, tamo aqui de passagem,
VIDA LOKA
Eu não tenho dom pra vitima,
Justiça e Liberdade, a causa é legitima,
Meu Rap faz o cântico do loko e dos romântico,
Vo por o sorriso de criança, onde for,
Aos parceiros tem a oferece a minha presença,
Talvez até confusa, mais Real e Intensa,
Meu melhor Marvin Gaye, sabadão na Marginal,
O que será, será, é nóis vamo até o final,
Liga eu, liga nóis, onde preciso for,
No Paraíso ou no dia do Juízo Pastor,
E liga eu, e os irmão,
É o ponto que eu peço, FAVELA, FUNDÃO,
Imortal nos meus versos,
VIDA LOKA.
Parte 2
-Firmeza total,mais um ano se passando
Muita coletividade na quebrada,dinheiro no bolso
Sem miséria, e é nóis vamo brindar o dia de hoje que o
Amanhã só pertence a Deus, a vida é loka.
Deixa eu fala, pocê,
Tudo, tudo, tudo vai, tudo é fase irmão,
Logo mais vamo arrebentar no mundão,
De cordão de elite, 18 quilate,
Poê no pulso, logo brait,
Que tal? tá bom?
De lupa Bausch & Lomb, bombeta branca e vinho,
Champagne para o ar, que é pra abrir nossos caminhos,
Pobre é o diabo, eu odeio a ostentação,
Pode rir, ri mais não desacredita não.
É só questão de tempo, pro fim do sofrimento,
Um brinde pros guerreiro, zé polvinho eu lamento,
Vermes que só faz peso na terra.
Tira o zóio.
Tira o zóio, vê se me erra,
Eu durmo pronto pra guerra,
E eu não era assim, eu tenho ódio,
E sei que é mau pra mim,
Fazer o que se é assim,
Vida loka cabulosa,
O cheiro é de pólvora,
E eu prefiro rosas.
E eu que...e eu que...
Sempre sonhei com um lugar,
Gramado limpo, assim, verde como o mar,
Cercas brancas, uma seringueira com balança,
Disbicando pipa cercado de criança...
How...how Brown
Acorda sangue bom,
Aqui é capão redondo, tru
Não pokémon,
Zona sul é o invés, é stress concentrado,
Um coração ferido, por metro quadrado...
Quanto,quanto mais tempo eu vou resistir,
Pior que eu já vi meu lado bom na U.T.I,
Meu anjo do perdão foi bom,
Mas tá fraco,
Culpa dos imundo, do espírito opaco.
Eu queria ter, pra testar e vê,
Um malote, com glória, fama,
Embrulhado em pacote,
Se é isso que ceis quer,
Vem pegar.
Jogar num rio de merda e ver vários pular,
Dinheiro é foda,
Na mão de favelado, é mó guela,
Na crise, vários pedra 90, esfarela.
Eu vou jogar pra ganha,
O meu money, vai e vem,
Porém, quem tem, tem,
Não cresço o zóio em ninguém,
O que tiver que ser,
Será meu,
Tá escrito nas estrelas,
Vai reclamar com Deus.
Imagina nóis de Audi,
Ou de citröen,
Indo aqui, rindo ali,
Só pam,
De vai e vem,
No Capão, no Apurá, vô colar,
Na pedreira do São Bento,
Na fundão, no pião,
Sexta-feira.
De teto solar,
O luar representa,
Ouvindo Cassiano,
Ha.
Os gambé não güenta.
É mais se não der,
Nêgo,
O que é que tem,
O importante é nós aqui,
Junto no que vem,
O caminho,
Da felicidade ainda existe,
É uma trilha estreita,
Em meio a selva triste.
Quanto cê paga,
Pra vê sua mãe agora,
E nunca mais ver seu pivete,
Ir embora,
Dá a casa, dá o carro,
Uma glock, e uma fal,
Sobe cego de joelho,
Mil e cem degrau.
Quente é mil grau,
O que o guerreiro diz,
O promotor é só um homem,
Deus é o juiz.
Enquanto Zé Polvinho,
Apedrejava a cruz,
Um canalha fardado,
Cuspiu em jesus.
Oh...
Aos 45 do segundo arrependido,
Salvo e perdoado,
É Dimas o bandido.
É loko o baguio,
Arrepia na hora
Oh
Dimas, primeiro vida loka da história.
Eu digo.
Glória...glória...
Sei que Deus tá aqui.
E só quem é,
Só quem é vai sentir.
E meus guerreiro de fé,
Quero ouvir....quero ouvir...
E meus guerreiro de fé,
Quero ouvir...irmão...
Programado pra morre nós é,
É certo...é certo...é crer no que der...
Firmeza
Não é questão de luxo,
Não é questão de cor,
É questão que fartura,
Alega o sofredor.
Não é questão de pressa, nêgo
A idéia é essa,
Miséria, traz tristeza, e vice-versa,
Inconscientemente,
Vem na minha mente
Em ter uma loja de tênis,
O olhar do parceiro feliz,
De poder comprar,
O azul, o vermelho,
O balcão, o espelho,
O estoque, a modelo.
Não importa,
Dinheiro é puta,
E abre as porta,
Dos castelo de areia que quiser.
Preto e dinheiro,
São palavras rivais,
É,
Então mostra pra esses cú,
Como é que faz.
O seu enterro foi dramático,
Como um blues antigo,
Mas tinha estilo,
Me perdoe, de bandido.
Tempo pra pensar,
Quer parar,
Que cê qué?
Viver pouco como um rei,
Ou então muito, como um Zé?
Às vezes eu acho,
Que todo preto como eu,
Só quer um terreno no mato,
Só seu.
Sem luxo, descalço, nadar num riacho,
Sem fome,
Pegando as fruta no cacho.
Aí truta, é o que eu acho,
Quero também,
Mas em São Paulo,
Deus é uma nota de 100,
Vidaloka!!
"porque o guerreiro de fé nunca gela,
Não agrada o injusto, e não amarela,
O rei dos reis, foi traído, e sangrou nessa terra,
Mas morrer como um homem é o prêmio da guerra,
Mas oh,
Conforme for, se precisa, afoga no próprio sangue, assim será,
Nosso espírito é imortal, sangue do meu sangue,
Entre o corte da espada e o perfume da rosa,
Sem mensão honrosa, sem massagem."
A vida é loka nêgo,
E nela eu tô de passagem.
À dimas o primeiro.
Saúde guerreiro!
Dimas... Dimas... Dimas...
30 de abr. de 2011
16 de abr. de 2011
Falando com o Robô Ed
mantive esta conversa com o robô ed http://www.ed.conpet.gov.br/br/converse.php
| Robô Ed: | Olá! Meu nome é Ed, estou aqui para ajudar na preservação de energia e de outros recursos naturais. Sobre o que você quer conversar? |
| Você: | nao sei |
| Robô Ed: | Como não sabe? Pensei que soubesse... |
| Você: | só frases feitas |
| Robô Ed: | Mas ainda bem que eu já tinha a resposta pronta! Já pensou se eu tivesse que procurar na Internet uma resposta para cada pergunta sua??? |
| Você: | mas vc está na internet |
| Robô Ed: | É pela Internet conheço pessoas, faço amigos e... divulgo a minha missão! |
| Você: | e qual seria esta sua importante missao? |
| Robô Ed: | Minha missão é conscientizar os humanos a preservar os recursos naturais e usar a energia do planeta Terra de maneira eficiente. |
| Você: | ah, vc fala tudo decorado |
| Robô Ed: | Falo sim, pode deixar. |
| Você: | acho que você não me entendeu |
| Você: | você está ai ainda? |
| Robô Ed: | Estou aqui sim... Vamos conversar? |
| Você: | e o que estavamos fazendo ate agora? |
| Robô Ed: | Eu estou conversando com você e navegando pelo site do CONPET, e você? |
| Você: | você é garoto propaganda? |
| Robô Ed: | Não faço propaganda a toa. Divulgo os programas do CONPET e da Petrobras porque eles merecem! |
| Você: | gostei |
| Robô Ed: | Legal. Que bom que você gostou. |
| Você: | vou embora |
| Robô Ed: | Vai embora? Tchau! Muito bom falar com você. |
15 de abr. de 2011
27 de fev. de 2011
O mundo tá melhorando?
Noite passada saí com minha afiliada pra beber, jogar sinuca, comer hamburguer e picolé de chocolate (Ela só bebeu. E teve náuseas ao me ver comendo picolé de chocolate após as cervejas). Foi uma boa noite principalmente por que não perdi todas na sinuca.
Estavamos num boteco com 4 mesas de sinuca e uma jukebox que tocou quase que somente Usher.
Num dado momento notei que na jukebox rolava o vídeo do kiko funkeiro.
No início eu xinguei secretamente o fato de pegarem da net um vídeo e não pagarem direitos autorais ao criador do vídeo, muito menos ao canal de tv q exibe o kiko.
É neste momento que este post se inicia. E vai acabar rapidinho. Tão rápido quanto foi eu deixar de lado o insight etílico que tive.
Eu pensei no mundo onde vivo agora. Nada impede que quem tenha criado o vídeo seja um garoto. Os garotos de minha época se expressavam com giz na calçada. Hoje a calçada é a internet onde podem se expressar na forma de uploads de multimídia. Na minha época nenhum garoto cobraria direitos autorais de um desenho em giz na calçada, e no fim das contas a jukebox é uma forma de propaganda pro canal de vídeos no youtube de quem fez o upload.
O mundo tá pegando um rumo incerto pra mim, onde a criação não é premiada pois todos criam o tempo todo. Ninguém vai pagar pelos meus livros pois as universidades financiam a pirataria de livros via xerox e por que muitos colegas já postaram todo o conteúdo do livro em blogs de acesso gratuito.
Enquanto eu tentava abarcar esta mudança olhei pra cada uma das mesas de sinuca.
Na primeira tinha três ou cinco velhinhos jogando bebendo e dando risada. Este é um mundo onde está mais divertido envelhecer.
A segunda era mais convencional. Uns quatro caras, três mulheres e duas crianças, todos dando gargalhadas. Meus pais nunca me levaram pra um boteco pra jogar sinuca quando eu tinha oito anos.
A terceira mesa tinha três garotas lindas e desacompanhadas, entre 15 e 17 anos. No mundo de hoje uma menina pode sair a noite, jogar, beber, sem que ninguém a acuse de tudo o que minha mãe teria pensado dela.
Quando o povo foi saindo os dois novos grupos que ocuparam as mesas me trouxeram novamente o assunto a tona. Uma mesa com cinco viadinhos barulhentos e um casal de lésbicas de parar o trânsito. Fiquei muito feliz de ver que ninguém no boteco tinha alguma opinião a dar sobre estes novos ocupantes, nem achado estranho mulheres desacompanhadas jogarem sinuca.
Achei engraçado como a jukebox e os tipos que ocuparam as mesas de sinuca daquela noite pareceram orquestradas para complementar o meu insight. Cada um, um exemplo isolado de liberdade que eu não tinha visto nos anos 80.
- Ricardooo, tua vez.
- Hã? Ok...
Estavamos num boteco com 4 mesas de sinuca e uma jukebox que tocou quase que somente Usher.
Num dado momento notei que na jukebox rolava o vídeo do kiko funkeiro.
No início eu xinguei secretamente o fato de pegarem da net um vídeo e não pagarem direitos autorais ao criador do vídeo, muito menos ao canal de tv q exibe o kiko.
É neste momento que este post se inicia. E vai acabar rapidinho. Tão rápido quanto foi eu deixar de lado o insight etílico que tive.
Eu pensei no mundo onde vivo agora. Nada impede que quem tenha criado o vídeo seja um garoto. Os garotos de minha época se expressavam com giz na calçada. Hoje a calçada é a internet onde podem se expressar na forma de uploads de multimídia. Na minha época nenhum garoto cobraria direitos autorais de um desenho em giz na calçada, e no fim das contas a jukebox é uma forma de propaganda pro canal de vídeos no youtube de quem fez o upload.
O mundo tá pegando um rumo incerto pra mim, onde a criação não é premiada pois todos criam o tempo todo. Ninguém vai pagar pelos meus livros pois as universidades financiam a pirataria de livros via xerox e por que muitos colegas já postaram todo o conteúdo do livro em blogs de acesso gratuito.
Enquanto eu tentava abarcar esta mudança olhei pra cada uma das mesas de sinuca.
Na primeira tinha três ou cinco velhinhos jogando bebendo e dando risada. Este é um mundo onde está mais divertido envelhecer.
A segunda era mais convencional. Uns quatro caras, três mulheres e duas crianças, todos dando gargalhadas. Meus pais nunca me levaram pra um boteco pra jogar sinuca quando eu tinha oito anos.
A terceira mesa tinha três garotas lindas e desacompanhadas, entre 15 e 17 anos. No mundo de hoje uma menina pode sair a noite, jogar, beber, sem que ninguém a acuse de tudo o que minha mãe teria pensado dela.
Quando o povo foi saindo os dois novos grupos que ocuparam as mesas me trouxeram novamente o assunto a tona. Uma mesa com cinco viadinhos barulhentos e um casal de lésbicas de parar o trânsito. Fiquei muito feliz de ver que ninguém no boteco tinha alguma opinião a dar sobre estes novos ocupantes, nem achado estranho mulheres desacompanhadas jogarem sinuca.
Achei engraçado como a jukebox e os tipos que ocuparam as mesas de sinuca daquela noite pareceram orquestradas para complementar o meu insight. Cada um, um exemplo isolado de liberdade que eu não tinha visto nos anos 80.
- Ricardooo, tua vez.
- Hã? Ok...
Referência:
cotidiano,
direitos autorais,
homofobia,
liberdade,
misoginia,
opiniao,
preconceito
25 de fev. de 2011
Sensation
Sensation é um evento de house music. Um megaevento que a cada ano tem um motivo diferente e acontece em vários paises. No Brasil é chamado de Skol Sensation.
O evento é tão grande que não tem ingresso, tem certificado de participação. Não tem anúncio, tem trailer...
Usam todos os recursos pirotécnicos que as religiões e partidos políticos usaram através dos tempos, forjando a ilusão de conteúdo através da forma. Quando assisto fico pensando que foi assim que se conquistou os índios e aldeões medievais: com efeitos especiais que lembram poderes sobrenatuais. Apelam até pra uniforme dos membros, artifício usado por clérigos e exércitos pra dar a ilusão aos membros de que pertencem a uma casta.
Fiz uma playlist Sensation no youtube.
Veja um exemplo. A abertura parece um grandioso culto religioso. Parece que um sacerdote vai aparecer a qualquer momento e iniciar um sacrifício...
Veja como o anúncio lembra uma peça publicitária de um partido político ou igreja:
Sensation é a prova pra mim que pode haver um evento social sem a imposição de conceitos de terceiros na cabeça dos fieis, sem mentiras, sem promessas absurdas... só música.
E eu gosto disto. Gosto do uniforme que pedem para os espectadores adotarem: branco total. Gosto de um mundo sem doutrinas de terceiros a engolir ou a brigar por... Eu quero um Sensation World para os meus filhos.
O evento é tão grande que não tem ingresso, tem certificado de participação. Não tem anúncio, tem trailer...
Usam todos os recursos pirotécnicos que as religiões e partidos políticos usaram através dos tempos, forjando a ilusão de conteúdo através da forma. Quando assisto fico pensando que foi assim que se conquistou os índios e aldeões medievais: com efeitos especiais que lembram poderes sobrenatuais. Apelam até pra uniforme dos membros, artifício usado por clérigos e exércitos pra dar a ilusão aos membros de que pertencem a uma casta.
Fiz uma playlist Sensation no youtube.
Veja um exemplo. A abertura parece um grandioso culto religioso. Parece que um sacerdote vai aparecer a qualquer momento e iniciar um sacrifício...
Veja como o anúncio lembra uma peça publicitária de um partido político ou igreja:
Sensation é a prova pra mim que pode haver um evento social sem a imposição de conceitos de terceiros na cabeça dos fieis, sem mentiras, sem promessas absurdas... só música.
E eu gosto disto. Gosto do uniforme que pedem para os espectadores adotarem: branco total. Gosto de um mundo sem doutrinas de terceiros a engolir ou a brigar por... Eu quero um Sensation World para os meus filhos.
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