Quem sou eu? Sou feliz e alegre.
Opa! isto nao é quem sou eu... isto é o meu humor.
Amo desenhar, aviões, pastel de carne, bomba de chocolate, cinema, batman, astronomia, química, informática, natação, vitamina de banana com aveia, mil-folhas, dar e ganhar massagem... Não! Isto não sou eu! Isto é uma orientação do que me chama a atenção!
Amo vestir terno, sobretudo, óculos de sol e chapéu fedora... não! isto é só uma preferência de vestiário!
Pratico óleos, meditação, incenso, tai-chi, já li a Bíblia, Buda do Sidarta Gautama, o Corão, Bhagavad Gītā, Tao Te Ching e ainda me cobro por nao ter lido o Popol Vuh nem sobre xintoismo... mas isto apenas mostra um teor de buscador da Verdadeira Verdade. Não demonstra quem sou eu...
Sou cooperativo, perseverante, proativo, amoroso, bobalhão, paciente, companheiro, cúmplice de quem eu amo... pára! isto nao sou eu... isto são alguns adjetivos do meu temperamento e personalidade
Sou um cara... isto não... é meu gênero
Sou técnico químico... não! isto é minha escolaridade
Sou professor de informática... é minha profissão
Sou gaúcho... não... isto é minha nacionalidade...
Entao eu nunca soube responder a esta pergunta!
Talvez eu seja aquilo que tá la dentro, bem no fundo.
Não a inteligência, não a criatividade, não a memória, nem o meu domínio da fala, ou a minhas gargalhadas, nem as minhas emoções, ou o meu corpo físico - que deixa meu cardiologista tranqüilo apesar da idade cronológica, mas o que está por trás disto tudo, o que decide quando e quais destes itens lançar mão.
Esta coisa bem interna todo ser humano tem e nisto todos são iguais, com uma origem comum.
Isto me mostra que todos somos um e que toda guerra, aversão, preconceito, desrespeito, discriminação e falta de consideração são provas de ignorância. De que a pessoa ainda não se conhece.
9 de ago. de 2008
Não deixe para amanhã
"Há 200 anos, Benjamim Franklin partilhou com o mundo o segredo do seu sucesso: Nunca deixar para amanhã o que se pode fazer hoje, disse ele.
Este é o homem que descobriu a electricidade. Era de esperar que mais gente lhe tivesse dado ouvidos.
Não sei porque adiamos as coisas, mas se tivesse de adivinhar, diria que tem muito a ver com medo. Medo de flahar, medo de sofrer, medo de ser rejeitado.
Às vezes, é apenas o medo de tomar uma decisão.
Porque... e se tivermos enganados?
E se cometemos um erro que não podemos desfazer?
Quem chega primeiro é o primeiro a aviar-se.
Um ponto a tempo poupa muitos.
Aquele que hesita está perdido.
Não podemos fazer de conta que não nos avisaram.
Todos ouvimos os ditos, ouvimos os filósofos, ouvimos os avós, a falar do tempo perdido, ouvimos o raio dos poetas dizerem-nos para vivermos o momento.
Mesmo assim, às vezes, temos de ver por nós mesmos.
Temos que cometer os nossos erros.
Temos de aprender as nossas lições.
Temos que varrer a possibilidade para baixo do tapete do amanhã, até não podermos mais, até que finalmente percebamos o que o Benjamim Franklin queria dizer.
Que saber é melhor do que especular.
Que acordar é melhor do que dormir.
E que até o maior fracasso, até o pior, o mais crasso dos erros, é melhor do que nunca tentar.
Este é o homem que descobriu a electricidade. Era de esperar que mais gente lhe tivesse dado ouvidos.
Não sei porque adiamos as coisas, mas se tivesse de adivinhar, diria que tem muito a ver com medo. Medo de flahar, medo de sofrer, medo de ser rejeitado.
Às vezes, é apenas o medo de tomar uma decisão.
Porque... e se tivermos enganados?
E se cometemos um erro que não podemos desfazer?
Quem chega primeiro é o primeiro a aviar-se.
Um ponto a tempo poupa muitos.
Aquele que hesita está perdido.
Não podemos fazer de conta que não nos avisaram.
Todos ouvimos os ditos, ouvimos os filósofos, ouvimos os avós, a falar do tempo perdido, ouvimos o raio dos poetas dizerem-nos para vivermos o momento.
Mesmo assim, às vezes, temos de ver por nós mesmos.
Temos que cometer os nossos erros.
Temos de aprender as nossas lições.
Temos que varrer a possibilidade para baixo do tapete do amanhã, até não podermos mais, até que finalmente percebamos o que o Benjamim Franklin queria dizer.
Que saber é melhor do que especular.
Que acordar é melhor do que dormir.
E que até o maior fracasso, até o pior, o mais crasso dos erros, é melhor do que nunca tentar.
3 de ago. de 2008
MADREDEUS - Ao longe o mar
Ao Longe O Mar
Madredeus
Composição: Pedro Ayres Magalhães
Porto calmo de abrigo
De um futuro maior
Inda não está perdido
No presente temor
Não faz muito sentido
Já não esperar o melhor
Vem da névoa saindo
A promessa anterior
Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar
Sim, eu canto a vontade
Canto o teu despertar
E abraçando a saudade
Canto o tempo a passar
Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar
Quando avistei
Ao longe o mar
Sem querer deixei-me
Ali ficar
Caverda no Dragão
Clique aqui pra ver o roteiro do episódio final de caverna do dragão.
que nunca foi gravado, só escrito.
Não!
Eles não estão no inferno!
Eles não morreram!
Vingador e Mestre dos Magos não são a mesma pessoa!
que nunca foi gravado, só escrito.
Não!
Eles não estão no inferno!
Eles não morreram!
Vingador e Mestre dos Magos não são a mesma pessoa!
31 de jul. de 2008
Meu tio inesquecível - Paulo Coelho
Quando eu era criança, costumava ler uma revista que meus pais assinavam; tinha uma sessão chamada “Meu tipo inesquecível” – onde pessoas comuns falavam de outras pessoas comuns que haviam influenciado suas vidas. Claro que àquela altura, com nove ou dez anos, eu também havia criado o meu personagem marcante. Por outro lado, tinha certeza que no decorrer dos meus anos este modelo iria mudar, portanto resolvi não escrever à tal revista submetendo minha opinião (fico imaginando hoje como eles teriam recebido a colaboração de uma pessoa com a minha idade na época).
Os tempos passaram. Conheci muita gente interessante, que me ajudou em momentos difíceis, que me inspirou, que me mostrou caminhos que eram necessários trilhar. Entretanto, os grandes mitos da infância sempre provaram ser mais poderosos; passam por períodos de desvalorização, de contestação, de esquecimento – mas permanecem, surgindo nas ocasiões necessárias com seus valores, seus exemplos, suas atitudes.
Meu tipo inesquecível chamava-se José, irmão mais jovem do meu avô. Jamais se casou, foi engenheiro durante muitos anos, e quando se aposentou, resolveu viver em Araruama, cidade vizinha ao Rio de Janeiro. Era ali que toda a família ia passar as férias com as crianças; tio José era solteiro, não devia ter muita paciência para aquela invasão, mas este era o único momento em que podia dividir um pouco de sua própria solidão com os sobrinhos-netos. Era também inventor, e para acomodar-nos, resolveu construir uma casa onde os quartos só apareciam durante o verão! Apertava-se um botão e do teto desciam as paredes, dos muros saiam as camas e as penteadeiras, e pronto; quatro dormitórios para acomodar os recém-chegados. Quando terminava o carnaval, as paredes subiam, os moveis tornavam a entrar nos muros, e a c! asa voltava a ser um grande galpão vazio, onde costumava guardar material de sua oficina.
Construía carros. Não apenas isso, mas fez um veículo especial para levar a família à Lagoa de Araruama – uma mistura de jipe com trem sobre pneus. Íamos ao banho de mar, convivíamos com a natureza, brincávamos o dia inteiro, e eu sempre me perguntava: “mas por que ele vive aqui sozinho? Tem dinheiro, podia viver no Rio!” Contava histórias de suas viagens aos Estados Unidos, onde trabalhara em minas de carvão e se aventurara a lugares nunca antes visitados. A família costumava dizer: “é tudo mentira”. Vivia vestido de mecânico, e os parentes comentavam: “precisava de roupas melhores”. Assim que a televisão entrou no Brasil, comprou um aparelho que colocava na calçada, de modo que a rua inteira pudesse assistir aos programas.
Ensinou-me a amar as escolhas feitas com o coração. Mostrou-me a importância de fazer o que se deseja, independente do que os outros comentem. Acolheu-me quando, adolescente rebelde, tive problemas com meus pais. Um dia ele disse-me:
- Inventei o hidramático (câmbio automático de mudança de marchas em um carro). Fui a Detroit, entrei em contato com a General Motors, me ofereceram 10.000 dólares na hora ou 1 dólar por carro vendido com este novo sistema. Peguei os dez mil dólares e vivi os anos mais fantásticos de minha vida.
A família dizia: tio José vive inventando coisas, não acreditem. E, embora tendo uma grande admiração por suas aventuras, por seu estilo de vida, por sua generosidade, não acreditei nesta história. Contei para o jornalista Fernando Morais apenas porque tio José era e é meu tipo inesquecível.
Fernando resolveu conferir, e eis o que achou (o texto está editado, pois é parte de um grande artigo):
“O primeiro câmbio automático foi inventado pelos irmãos Sturtevant de Boston em 1904. O sistema não funcionava a contento porque os pesos freqüentemente se afastavam muito. Mas foi a invenção dos brasileiros Fernando Iehly de Lemos e José Braz Araripe, vendida à GM em 1932, que contribuiu para o desenvolvimento do sistema hidramático lançado pela GM em 1939.”
Com milhões de carros hidramáticos sendo produzidos todos os anos, a família – que nunca acreditava em nada, e achava que tio José se vestia mal – teria ficado com uma fortuna incalculável. Que bom que ele gastou os seus dez mil dólares em anos felizes!
FONTE» www.warriorofthelight.com
Os tempos passaram. Conheci muita gente interessante, que me ajudou em momentos difíceis, que me inspirou, que me mostrou caminhos que eram necessários trilhar. Entretanto, os grandes mitos da infância sempre provaram ser mais poderosos; passam por períodos de desvalorização, de contestação, de esquecimento – mas permanecem, surgindo nas ocasiões necessárias com seus valores, seus exemplos, suas atitudes.
Meu tipo inesquecível chamava-se José, irmão mais jovem do meu avô. Jamais se casou, foi engenheiro durante muitos anos, e quando se aposentou, resolveu viver em Araruama, cidade vizinha ao Rio de Janeiro. Era ali que toda a família ia passar as férias com as crianças; tio José era solteiro, não devia ter muita paciência para aquela invasão, mas este era o único momento em que podia dividir um pouco de sua própria solidão com os sobrinhos-netos. Era também inventor, e para acomodar-nos, resolveu construir uma casa onde os quartos só apareciam durante o verão! Apertava-se um botão e do teto desciam as paredes, dos muros saiam as camas e as penteadeiras, e pronto; quatro dormitórios para acomodar os recém-chegados. Quando terminava o carnaval, as paredes subiam, os moveis tornavam a entrar nos muros, e a c! asa voltava a ser um grande galpão vazio, onde costumava guardar material de sua oficina.
Construía carros. Não apenas isso, mas fez um veículo especial para levar a família à Lagoa de Araruama – uma mistura de jipe com trem sobre pneus. Íamos ao banho de mar, convivíamos com a natureza, brincávamos o dia inteiro, e eu sempre me perguntava: “mas por que ele vive aqui sozinho? Tem dinheiro, podia viver no Rio!” Contava histórias de suas viagens aos Estados Unidos, onde trabalhara em minas de carvão e se aventurara a lugares nunca antes visitados. A família costumava dizer: “é tudo mentira”. Vivia vestido de mecânico, e os parentes comentavam: “precisava de roupas melhores”. Assim que a televisão entrou no Brasil, comprou um aparelho que colocava na calçada, de modo que a rua inteira pudesse assistir aos programas.
Ensinou-me a amar as escolhas feitas com o coração. Mostrou-me a importância de fazer o que se deseja, independente do que os outros comentem. Acolheu-me quando, adolescente rebelde, tive problemas com meus pais. Um dia ele disse-me:
- Inventei o hidramático (câmbio automático de mudança de marchas em um carro). Fui a Detroit, entrei em contato com a General Motors, me ofereceram 10.000 dólares na hora ou 1 dólar por carro vendido com este novo sistema. Peguei os dez mil dólares e vivi os anos mais fantásticos de minha vida.
A família dizia: tio José vive inventando coisas, não acreditem. E, embora tendo uma grande admiração por suas aventuras, por seu estilo de vida, por sua generosidade, não acreditei nesta história. Contei para o jornalista Fernando Morais apenas porque tio José era e é meu tipo inesquecível.
Fernando resolveu conferir, e eis o que achou (o texto está editado, pois é parte de um grande artigo):
“O primeiro câmbio automático foi inventado pelos irmãos Sturtevant de Boston em 1904. O sistema não funcionava a contento porque os pesos freqüentemente se afastavam muito. Mas foi a invenção dos brasileiros Fernando Iehly de Lemos e José Braz Araripe, vendida à GM em 1932, que contribuiu para o desenvolvimento do sistema hidramático lançado pela GM em 1939.”
Com milhões de carros hidramáticos sendo produzidos todos os anos, a família – que nunca acreditava em nada, e achava que tio José se vestia mal – teria ficado com uma fortuna incalculável. Que bom que ele gastou os seus dez mil dólares em anos felizes!
FONTE» www.warriorofthelight.com
30 de jul. de 2008
A partir de quando a Europa ganhou este nome?
Pois é, hoje eu lancei esta pergunta numa comunidade do orkut:
A partir de quando a Europa ganhou este nome?
Sei da origem do nome Europa, da mitologia, mas a partir de quando a o continente Europeu ganhou o seu nome?
alguem sabe?
Veja no orkut a minha pergunta.
A partir de quando a Europa ganhou este nome?
Sei da origem do nome Europa, da mitologia, mas a partir de quando a o continente Europeu ganhou o seu nome?
alguem sabe?
Veja no orkut a minha pergunta.
29 de jul. de 2008
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